Thaísa Oliveira
Na vida, todo fim é um novo começo.
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Texto escrito a exatamente dois anos atras.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Civilização? O que é isso?
Como podemos dizer que somos uma sociedade civilizada, se fazemos guerras nas quais matamos inúmeros homens mulheres e crianças?
Como podemos afirmar que somos povos civilizados, se nos matam por causa de um boné ou, até mesmo, por nada? Onde somos prisioneiros dentro de nossas próprias casas. Onde se espanca outro ser pelo simples fato da escolha dele não ser igual a nossa. Onde um filho denuncia um pai, que tanto se sacrifica, por causa de uma palmada.
Que civilização é essa, onde falta em demasia humildade, honestidade, sinceridade...? Onde fazemos questão de diminuir ou menosprezar alguém.
Vivemos em uma "civilização" do fast-food.
Vivemos numa sociedade onde um governante tem mais direito que um cidadão - cidadãos estes que pagam o salário dos governantes. Onde o médico atende um paciente por obrigação (isso quando atende). Onde a polícia deixa traficantes fugirem, e em troca de que? Esse mesmo policial pode ter o filho morto amanhã, pelo mesmo bandido que deixou fugir ontem. Uma "civilização" onde quem deveria defender nossos direitos é justamente quem os infrige, e nós não fazemos nada!
Elegemos políticos que nos roubam e, como se não tivesse nada de mais nisso, ainda os aplaudimos. Que vergonha!!
Uma "civilização" pobre de moralidade, sem objetivo de igualdade - tanto de direitos jurídicos quanto social. Onde os "cidadãos" não tem sede de justiça e julgam a corrupção como algo "normal". NÃO É NORMAL SER BANDIDO. Ser roubado e achar isso NORMAL? Quem são vocês? Quem somos nós?
Como podemos chamar de civilização uma sociedade cujas pessoas não medem esforços para um nada? Que sociedade civilizada é essa, onde se tira a pele de animais ainda vivos, apenas por CAPRICHOS? Onde se mata tubarões ameaçados de extinção para vender apenas suas 'nadadeiras' (tem um nome específico, mas não lembro no momento). Onde amizades se dissipam por bobagens. Onde criamos bombas para causar apenas a destruição de nossos irmãos. Onde não temos paciência com nossas crianças...
Vamos averiguar, então, nosso conceito de civilidade. Falta ética, consideração, educação e muito mais. Tais coisas não se localizam na caixa de Pandora, mas, sim, dentro de cada um de nós.
Se você leu até aqui, obrigada!
PS: Falei de forma generalizada, mas é ÓBVIO que não são todas as pessoas que se encaixam nestas características.
(Thaísa Karla de Oliveira)
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Não há vergonha em amar!
(Thaísa K. de Oliveira)
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Palavras.
sábado, 13 de novembro de 2010
Sentimental.

Por um segundo eu te odiei eternamente. Depois te amei. Eu quis ficar te olhando sem que você soubesse. Eu chorei por um minuto. Silenciei durante horas. Eu queria conseguir te esquecer e não mais te querer. Eu pedi a Deus para você não deixar de ser meu. Sou constante na minha inconstância. Não me fiz presente quando você precisou de mim, porque eu também precisava de você. Por algumas horas senti meu coração sangrar, ainda sinto. Eu tremia por achar que era o fim. Ainda tremo. Eu não queria te amar porque temia o sofrimento. Mas quanto mais eu luto, mais fraca me torno. E te amo.
Te amo sem saber o que porque. Te quero. Eu desejei morrer e depois viver. Eu senti a raiva, e depois o amor. E eu te amo tanto, que acabo por sentir a ira em mim. Eu não queria amar alguém da forma como eu te amo. Eu não quero! Mas eu não consigo ir contra isso. A correnteza, digamos assim, é mais forte que eu. Quanta ingenuidade, achar que poderia ir contra um sentimento tão forte e sublime como esse. Então eu desisto. Então eu sedo. E me entrego. Te deixo cuidar do que é meu por direito. E confio desconfiando. Meu coração, tão pequeno e leve. Indefeso. Se fere tão fácil; que medo.
Medo de amar, de me entregar, de chorar. Medo esse que, apesar de tal intensidade dentro de mim, é pouco comparado ao amor que sinto. Que sinto por você. Medo de sentir medo. Mas por fim, acabei por me entregar. Sou fraca. Por favor, cuide bem do que é meu que está com você. Falo do coração.